Workaholics e Apaixonados

Dando sequencia nas histórias de amor aqui do Sul da Ilha, nessa matéria vocês vão conhecer a história da Graci e do Mateus, da Inverso Coletivo.

Eles se conheceram no trabalho dela. “Mateus era meu cliente e não me dava moral… Gostei dele 🙈🤣” E a sociedade aconteceu três meses após começarem a namorar. “O dono do estúdio que ela trabalhava colocou a venda na sexta, e na segunda já estávamos assinando o contrato“, revela Mateus.

Como casal, Graci e Mateus não seguram o que sentem e não são dados a joguinhos. Tanto que quando surgiram os primeiros desafios para o jovem casal, como parceiros de trabalho, imediatamente jogaram limpo um com o outro.

Ao comprarem o estúdio, demorou alguns dias para entrar o primeiro cliente e isso deixou Mateus imaginando que teria feito um investimento arriscado. Graci, percebendo a insegurança do companheiro, embora desapontada, segurou a onda e mostrou em pouco tempo o que já sabia, que tudo iria melhorar.

A atitude madura e resiliente de Graci não foi em vão. Tanto que hoje Mateus já arrisca dando boas dicas para driblar os contratempos que todo casal que trabalha junto tem. “Ceder, saber ouvir e argumentar“, afirma Mateus. E Graci reforça que foi a forma que encontraram para não desgastar a parte pessoal do casal “Muita conversa…Às vezes, é muito difícil.. Mateus é cabeça dura, mas a gente sempre dialoga bastante, mas cada um faz muito bem a sua parte.

Para quem não sabe, a parte operacional e linha de frente do Inverso Coletivo é a Graci que comanda. Já Mateus cuida do administrativo, financeiro e marketing virtual.

Sobre as vantagens de trabalhar junto, Mateus revela que muito dos assuntos acabam sendo sobre o negócio, pois se trata de um sonho da Graci, que agora ele apoia e pega junto. Para Graci, a maior vantagem de trabalhar junto é a confiança, pois em três anos de estúdio ela nunca precisou se preocupar com fluxo ou gestão financeira. “Mateus cuida de tudo.”

Aliás, como no momento ambos estão focados no crescimento do negócio, eles não se incomodam se tiverem que falar sobre trabalho em casa ou em momentos de casal. 

Porém, quando decidem relembrar do tempo de quando eram só namorados, a rotina fica diferente. “Levo para jantar, dou flores, presentes…“, diz Mateus. Já Graci, como boa taurina que diz gostar de surpresas: “Geralmente faço algo que ele não espera, como preparar uma bela cesta de café da manhã ou quem sabe, um streeptease, após um bom jantar e um bom vinho…“, partilha Graci.

No Dia dos Namorados, se pudessem dar qualquer coisa que tivessem vontade, eles não pensaram muito. “Um carro lindo e conversível pra combinar com todo o estilo que ela tem.”, revela Mateus. “Daria sem dúvidas, os tão sonhados 7 dígitos em um lançamento de infoproduto. Esse é um dos grandes sonhos do Mateus e logo depois, quem sabe a Júlia? No caso Julia, a nossa filha.. ❤️”, partilha Graci.

E o casal de workaholics sonhadores, escolheram dois lugares lindos, no Sul da Ilha, que dizem ter muito a ver com eles. “Matadeiro porque adoramos passar os domingos por lá. Relaxando e aproveitando a vida” , diz Mateus. “Gosto muitoooo do Ribeirão da ilha, onde sempre que temos uma data especial, vamos até um dos restaurantes maravilhosos de lá para tomar um bom vinho e comemorar” , relembra Graci.

Quando foram em busca da foto que mais curtem juntos, Mateus e Graci também escolheram canções para demonstrar o quanto admiram e são gratos pelas ricas trocas e crescimento que vêm acontecendo na vida deles.

De Graci para Mateus

Workaholics e Apaixonados 1

Essa música foi uma das primeiras que cantei pra ele quando me apaixonei. Acredito que esse trecho fala muito sobre tudo o que agregamos na vida um do outro“. De Graci para Mateus

“Alinhado com o céu da tua boca
Minha pipa de papel com pouca linha
Voou baixin’ (voou baixin’)
Em poucas linhas te ensinei
Como voar no sapatin’
Agora vai
Mostrar pro mundo o que mostrei”

De Mateus para Graci

Workaholics e Apaixonados 2

Lembro dessa música pelo fato dela ter me surpreendido com sua inteligência, determinação e o coração gigante“. De Mateus para Graci

“Achei que cê fosse mais uma,
mas cê não é mais uma não.
Hoje ela é minha menina.”

Foram entrevistas com 4 casais, tão especiais e tão distintos na sua forma de se relacionar. Eles, como vocês podem perceber, só provam que não existe regra geral ou receita de bolo. Cada um soma o relacionamento com o que tem e todos são unânimes em dizer que conversa, a boa e frutífera conversa, com sinceridade, abertura e vontade de melhorar, é a base fundamental para quem deseja amar, trabalhar e sonhar com uma história de sucesso, pessoal e profissional, como casal.

Nós, do Sul de Floripa, desejamos a todos os apaixonados de plantão, que tenham um dia lindo.

E que não esqueçam, como diz o refrão da letra de música do Dazaranha, “O dia lindo a gente faz”.

Curtiu? Quer responder as perguntas também?

Fica a dica, se vocês não são sócios ou trabalham juntos, podem imaginar o trabalho conjunto com as tarefas domésticas ou as tarefas com filho(s).

Depois comparem as respostas e vejam se estão afinados(as).

10 perguntas:

1. Como vocês se conheceram?
2. Quando surgiu a ideia de trabalhar juntos?
3. Quais foram os primeiros desafios como casal e parceiros de negócio?
4. Qual o segredo para driblar conflitos e pensamentos diferentes?
5. Que vantagens você enxerga em trabalhar com a pessoa que você ama?
6. Qual estratégia usa quando vê que algo do trabalho chegou até o quarto de vocês?
7. O que você busca fazer, para lembrar a pessoa que você ama, da época de namorados?
8. Se fosse pensar uma palavra, frase ou pedaço de canção que lembra seu amor, qual seria? E por quê?
9. Se pudesse dar qualquer coisa de presente, começaria dando o quê?
10. Qual o lugar, no sul da ilha, que tem a ver com vocês ou com a pessoa que você ama, e por quê?

Agora, escolhe no seu arquivo de fotos, uma foto que curte admirar de vocês dois para mostrar depois que compararem as respostas da entrevista. E na hora de mostrar a foto, recitem a palavra, frase oi trecho de música.

Bom divertimento!

Farah Diba Albuquerque

Apaixonada por viagem e turismo, Farah Diba Albuquerque não é manezinha no DNA, mas mora em Floripa há quase 30 anos. Fez duas faculdades: Direito e Jornalismo. Mas assume que a vocação é ouvir histórias, entrevistar pessoas e escrever sobre o que vê e sente. Já morou em vários cantos do arquipélago da magia, mas foi só no Sul da Ilha que encontrou o que precisava para escrever seu primeiro livro. É nesse pacote *{natureza, história e espírito de comunidade}* que descobriu um dos presentes da terra. Jornalista do site Sul de Floripa.