
A Universidade Federal de Santa Catarina contestou a análise do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina sobre a mortandade de peixes registrada no Manguezal do Itacorubi, em Florianópolis, e apontou o lançamento de esgoto não tratado como principal causa do problema ambiental.
De acordo com nota técnica elaborada por pesquisadores da universidade, o fenômeno está relacionado à poluição crônica por esgoto doméstico na bacia do Itacorubi, que favorece a formação de “zonas mortas” — áreas com níveis críticos de oxigênio na água — levando à asfixia dos peixes.
O episódio foi registrado a partir do dia 22 de abril e atingiu rios e canais do Parque Natural Municipal do Manguezal do Itacorubi, com grande quantidade de peixes mortos, principalmente manjubinhas.
Segundo os pesquisadores, o excesso de matéria orgânica proveniente do esgoto intensifica a decomposição bacteriana, o que acelera o consumo de oxigênio na água. O quadro foi agravado por fatores como altas temperaturas, baixa incidência de chuvas e falhas no sistema de saneamento.
Além disso, análises indicam a possível presença de substâncias tóxicas oriundas do escoamento urbano, o que pode ter contribuído para o agravamento da mortandade.
Divergência entre UFSC e IMA
A posição da universidade diverge da avaliação preliminar do IMA, que atribuiu o fenômeno à floração de microalgas, responsável por reduzir o oxigênio da água — processo conhecido como hipóxia.
Segundo o órgão estadual, a concentração de algas em áreas de pouca circulação teria criado um ambiente crítico para a fauna aquática, especialmente durante o período noturno, quando o consumo de oxigênio aumenta.
Impactos e medidas recomendadas
Diante do cenário, pesquisadores da UFSC recomendam ações emergenciais, como:
Remoção dos peixes mortos
Fiscalização rigorosa da rede de esgoto
Monitoramento contínuo da qualidade da água
O caso segue em análise pelos órgãos ambientais, que devem apresentar um relatório técnico conclusivo nos próximos dias.
Contexto ambiental
O Manguezal do Itacorubi é uma das áreas mais sensíveis do ponto de vista ecológico em Florianópolis, funcionando como berçário natural para diversas espécies. Episódios como este reforçam o alerta sobre os impactos da urbanização e da deficiência no saneamento básico sobre os ecossistemas costeiros.
Fonte: Conecta SC
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