Sul de Floripa

Polícia Civil apresenta avanços na investigação sobre maus-tratos ao cão comunitário Orelha na Praia Brava

Polícia Civil apresenta avanços na investigação sobre maus-tratos ao cão comunitário Orelha na Praia Brava 1

A Polícia Civil de Santa Catarina realizou, nesta terça-feira (27), uma coletiva de imprensa para apresentar os avanços das investigações sobre o caso de maus-tratos contra o cão comunitário Orelha, ocorrido na Praia Brava, em Florianópolis, no início deste mês.

Segundo a instituição, o caso teve grande repercussão popular e mobilizou a atuação de diferentes unidades policiais. De acordo com as informações divulgadas, o animal sofreu agressões e, devido à gravidade dos ferimentos, morreu durante atendimento médico-veterinário.

A partir da denúncia, foram instaurados procedimentos policiais para apurar os fatos e investigar outros possíveis ilícitos que, conforme a Polícia Civil, podem ter relação com o mesmo grupo envolvido no caso.

Investigação envolve suspeita de participação de adolescentes

A Delegacia de Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei da Capital (DEACLE) instaurou um auto de apuração de ato infracional após surgirem indícios de envolvimento de adolescentes na ocorrência.

Paralelamente, a Delegacia de Proteção Animal da Capital (DPA) conduziu um inquérito para apurar a suspeita de coação contra testemunhas, que teria sido praticada por familiares dos adolescentes investigados.

Mandados de busca e apreensão foram cumpridos

Na segunda-feira (26), equipes da DPA e da DEACLE cumpriram mandados de busca e apreensão em residências relacionadas aos adolescentes suspeitos e também de adultos investigados por suposta coação.

Durante a operação, foram apreendidos celulares e equipamentos eletrônicos, que passarão por análise e deverão contribuir com os elementos probatórios já reunidos pela Polícia Civil.

Inquérito sobre coação foi concluído

No âmbito da Delegacia de Proteção Animal, o inquérito referente à coação no curso do processo foi concluído. Conforme informado, familiares dos adolescentes, incluindo um advogado e dois empresários, foram interrogados e indiciados pelo crime de coação no curso do processo.

O inquérito foi remetido ao Fórum para os encaminhamentos judiciais.

Já em relação aos adolescentes identificados, o procedimento segue em andamento na DEACLE, que ainda concluirá as etapas finais, incluindo oitivas dos suspeitos, após o cumprimento das medidas cautelares autorizadas pela Justiça.

A Polícia Civil informou que continua acompanhando o caso e que novas atualizações poderão ocorrer conforme o avanço das investigações.

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