
A Galeria Municipal de Arte Pedro Paulo Vecchietti tem o prazer de apresentar Sobre Minha Mãe – Impermanência, nova exposição de Ricardo Ramos, artista cuja trajetória se destaca pela delicadeza com que transforma experiências íntimas em obras de grande força poética e sensível. Ao longo de sua carreira, Ricardo vem desenvolvendo uma produção marcada pela escuta do cotidiano, pela presença afetiva e pela investigação constante das relações humanas, especialmente aquelas que sustentam nossos vínculos mais profundos.
Nesta mostra que foi contemplada pelo edital “Prêmio UDESC FIK 2025”, o artista dá continuidade a um dos seus conjuntos de trabalhos mais emblemáticos: a série dedicada ao convívio diário com sua mãe, Zilda Ramos. Durante anos, Ricardo registrou pequenos gestos, rotinas e rituais de cuidado, compondo um corpo de obras que evidenciam a potência do afeto e a beleza presente naquilo que muitas vezes passa despercebido. Com a
partida de sua mãe, o artista retorna a esse universo pela via da memória, criando os últimos retratos a partir de fotografias pessoais.
Os trabalhos apresentados têm como plano de fundo as bulas dos remédios que Dona Zilda tomava diariamente, cuja curadoria foi feita por Juliana Crispe. Se antes esses documentos acompanhavam a permanência e a presença, agora, privados de sua função original, tornam-se matéria simbólica para falar da ausência, da impermanência do ser e das transformações inevitáveis do tempo. Ao utilizar as últimas bulas, Ricardo elabora um gesto simultaneamente íntimo e universal, convidando o público a refletir sobre a finitude, o cuidado e o espaço que os afetos ocupam em nossa memória.
Ao transformar ausência em presença pela arte, Ricardo Ramos reafirma a relevância de sua trajetória no cenário contemporâneo. Sua obra, pautada pela sensibilidade e pelo rigor poético, encontra na Galeria Paulo Vecchietti um espaço de ressonância, ampliando o diálogo entre vida, matéria e lembrança. Sobre Minha Mãe – Impermanência é mais do que uma exposição: é um rito de passagem, um testemunho de amor e uma celebração da força que permanece mesmo quando o corpo já não está.
A mostra convida o público a percorrer um território onde tempo, gesto e memória se tornam inseparáveis — revelando, pela arte, aquilo que persiste na delicada variação do mundo.
Abertura: 18 de novembro, às 16h30 até 30 de janeiro de 2026
Visitação: Segunda a sexta, das 12h às 18h
Local: Galeria Municipal de Arte Pedro Paulo Vecchietti
(Praça XV de Novembro, 180, piso superior, Centro)
Quanto: Entrada gratuita
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E-mail: [email protected]
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